| Do Ser Hiperactivo ao Ser do Hiperactivo… | (27/10/2005) | Autor: Filomena Torres Gato e Maria Helena Mimoso
| Tentámos reflectir sobre um tema que surge, muitas vezes, no nosso quotidiano profissional e que, frequentemente, já aparece “diagnosticado” por aqueles que fazem o encaminhamento para os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO), quer sejam Professores, Pais/Encarregados de Educação ou outros agentes educativos.
Assim, a escolha deste tema tem não só a ver com o seu grau de frequência ou com a nossa vontade de aprofundar conhecimentos com vista a uma melhor intervenção mas também com a dificuldade que, muitas vezes sentimos em nos distanciarmos desses “diagnósticos” e das expectativas negativas, cristalizadas e espartilhadas a eles associados, ficando impossibilitados de desmontar, propor leituras diferentes e/ou co-construir estratégias eficazes e inovadoras para a(s)problemática(s) apresentadas. |
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| "Perspectivas Para O Bem-Estar Docente" | (20/6/2004) | Autor: Manuel Paulo Ferreira Pereira
| Este texto constitui uma recensão crítica do livro "Perspectivas Para O Bem-Estar Docente" de Saul Neves de Jesus.
Palavras chave: mal-estar e bem-estar docente; stress; eustress; distress; formação de professores. |
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| Concepções do desenvolvimento intelectual e actuação dos professores | (31/3/2004) | Autor: Manuel Paulo Ferreira Pereira
| A extensão e diversidade de estudos e definições sobre a inteligência comprovam tratar-se de um conceito complexo e de extrema relevância não apenas para as áreas científicas, mas também para outros diversos domínios tais como o desempenho académico e profissional, entre outros. O relativismo e a complexidade inerentes ao termo levantam questões sobre o seu significado, representações e factores explicativos. Numa perspectiva histórica, verificamos uma vincada evolução nas investigações realizadas tendo-se progredido de um conceito imutável, natural e interno de inteligência para outro mais compreensivo e desenvolvimentista que procura não apenas descrever os processos intelectuais mas também a sua promoção e modificabilidade. Apesar do relativismo, parece ser hoje consensual o reconhecimento da dimensão genética da inteligência, a imprescindibilidade da presença e da dinâmica funcional de mecanismos neuronais e de funções psicológicas (desenvolvidas através de um processo evolutivo e interactivo), a importância dos factores contextuais, a relevância da dinâmica das variáveis emocionais e motivacionais e a aceitação do enfoque diferencial e intraindividual.
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